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MEDITAÇÃO E AMOR
“Toda a vida é feita de polaridades: positivo e negativo, nascimento e
morte, homem e mulher, dia e noite, verão e inverno. Toda a vida consiste
em opostos polares. Mas esses opostos não são apenas polares, são também
complementares. Eles se ajudam um ao outro, dão apoio um ao outro.
Esta é a polaridade máxima:
Meditação significa a arte de estar sozinho e
o Amor significa a arte de estar junto.A pessoa
completa é aquela que conhece ambas as artes e é capaz de se mover de uma
para a outra com a maior facilidade possível. É exatamente como a inspiração
e a expiração não há dificuldade. Elas são opostas quando vocês inspiram o
ar, é um processo; quando expiram o processo é exatamente o oposto.
No entanto, inspiração e expiração formam uma respiração completa.
Agora a humanidade precisa de uma visão total. Nós já vivemos com visões
parciais por muito tempo. Essa foi a necessidade do passado, mas agora o
homem amadureceu. Os meus sannyasins têm que provar que podem meditar e
rezar ao mesmo tempo; que podem estar tão silenciosos quanto possível e que
podem celebrar e dançar tanto quanto possível. Seu silêncio tem de se
tornar a sua celebração, e sua celebração tem que se tornar o seu silêncio.
E nesse encontro, todos os outros opostos vão se fundir e tornar-se um:
Oriente e Ocidente, homem e mulher, matéria e consciência, este mundo e o
outro mundo, vida e morte.
Todos os opostos vão se encontrar e fundir-se por meio desse encontro, pois
essa é a Polaridade máxima; ela contém todas as polaridades.
Esse encontro criará um novo ser humano.
E conhecer a totalidade é o único meio para se conhecer o que é o sagrado.
Não há Outro meio”
OSHO, autobiografia de um Místico
Espiritualmente Incorreto |
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